Como a subsidiária brasileira da Kimberly-Clark está aplicando a metodologia do oceano azul para conseguir inovar — e ganhar mercado — num setor em que quase nada muda
Mais de 5 bilhões de fraldas descartáveis são vendidas todos os anos no Brasil, segundo a consultoria Nielsen. À exceção de variações nas estampas e no tamanho, os produtos que compõem esse enorme volume — usado por quase 3 milhões de bebês — não diferem muito entre si. Eles basicamente seguem uma matriz criada há quase cinco décadas, quando a americana Procter&Gamble produziu a primeira fralda descartável em escala industrial.
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